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A boa procedência do gelo é fundamental para a sua saúde!

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Parece bobagem, mas não é. Tudo o que consumimos precisa ser devidamente examinado, avaliado e apresentar condições fitossanitárias e nutricionais satisfatórias para que o nosso organismo não apresente rejeição, restrição ou corra algum tipo de risco.

Ninguém dá muita bola, não é?! Mas essa é uma ideia completamente equivocada. A Gelo Brasil mostrará para você o que é um gelo de boa procedência, quais são os riscos da ingestão de produtos contaminados, como o gelo é classificado e, por fim, como conservá-lo de modo a preservar sua qualidade.

Lembra daquele velho ditado? “Somos aquilo ingerimos, que comemos”

E com o gelo… não poderia ser diferente!

 

Procedência

Segundo Gisela Hutten, técnica da Vigilância Sanitária – RJ: “O risco de contaminação ele vem desde a produção. A matéria prima é a água, e a água tem que ser de ótima qualidade. O gelo ele tem que estar com aspecto limpo, ser em cubo, melhor ainda se for perfurado, porque esse é o industrial”.

 

O que isso quer dizer?

A matéria-prima, água, precisa ser – necessariamente – de fonte confiável, regulamentada e fiscalizada por técnicos e órgãos competentes, além de obedecer irrestritamente a normas, critérios e padrões de qualidade.  

 

Riscos da ingestão de produto contaminado

Outra coisa tão simples, trivial – e que ninguém dá muita importância – Sem água não vivemos. Isso é fato. Todos os seres vivos que habitam o nosso planeta são formados por células e, estas, por sua vez, dependem de inúmeras substâncias para se manterem vivas – sendo que a mais importante delas é a água.

Ou seja, que se o nosso organismo depende de água para viver e permanecer saudável, precisamos consumi-la em seu melhor estado: insípido, inodoro e incolor.

Quando consumimos um produto, como o gelo, de má procedência, corremos sérios riscos de intoxicações e gastroenterites, das mais diversas possíveis.

Principalmente nessa época do ano, ingerimos um volume maior de líquido em relação a períodos mais frios. É um suco aqui, é um drink acolá… tudo muito gostoso e refrescante! E assim, estaremos sujeitos – se não prestarmos atenção na procedência – à contaminação em diferentes níveis e toxicidades.   

Para fugirmos desses contratempos fisiológicos – ninguém quer ser levado para um hospital em um momento festivo ou de descanso, não é?! – é necessário que a qualidade da água utilizada para a fabricação do gelo seja a melhor possível. Além disso, filtrada para eliminar impurezas e contaminações.

 

Verificar!

Segundo o Art. 31 do Código de Proteção e Defesa do Consumidor, temos:

“A oferta e a apresentação de produtos ou serviços deve assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia e prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.”

A legislação específica sobre rotulagem de alimentos embalados exige que a embalagem apresente, ao menos, as seguintes informações:

  1. Nome ou nome e marca do alimento;
  2. Lista de ingredientes;
  3. Quantidade contida na embalagem;
  4. Identificação da origem;
  5. Identificação do lote;
  6. Prazo de validade;
  7. Instruções sobre o preparo e uso do alimento, quando necessário.


Formas de contaminação da água

Quando não consumimos gelo de boa procedência, estamos sujeitos à contaminação por:

Metais pesados com alta toxicidade;
Alguns tipos de vírus;
Cloro em excesso;
Fertilizantes e pesticidas.

A ingestão dessas substâncias pode ocasionar distúrbios intestinais que apresentam sintomas característicos de intoxicação, como: vômitos, náuseas, diarreia, cólicas estomacais, febre alta e, em alguns casos mais graves, hepatite.

Outros organismos também podem contaminar a água utilizada no processo de fabricação do gelo, como bactérias patogênicas. Algumas delas são a Salmonella (salmonelose), Shigella (disenteria) e a tradicional Escherichia Coli (diarreia).

Caso, eventualmente, tenha consumido gelo de procedência duvidosa e apresente os sintomas citados acima, procure imediatamente atendimento médico.

 

Como identificar gelo de má qualidade?

Nem sempre é fácil identificar ou determinar a qualidade do gelo. Características como coloração, insipidez e odor podem – às vezes – não determinar se o gelo é bom ou ruim. Podemos nos deparar com embalagens rompidas ou violadas, mas – não necessariamente –  o gelo ali contido estará “visualmente” inapto.

Foi pensando nisso que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) regulamentou a comercialização do gelo no País. São diversas normas e exigências que visam preservar a saúde e bem-estar de quem consome este produto.

 

Classificação do gelo

A ANVISA instituiu que o gelo de boa procedência, de acordo com o seu processo de fabricação, pode ser classificado de 3 formas diferentes – são elas:

1- Gelo opaco: a sua fabricação ocorre a partir da agitação mecânica de água potável. Apresenta coloração semitransparente. Quando disposto em placas, o seu tom é leitoso;

2- Gelo semitransparente ou claro: o processo de congelamento da água potável acontece em repouso. o gelo apresenta transparência e núcleo de coloração opaca;

3- Gelo cristalino: água congelada deionizada. O gelo apresenta total transparência.

 

Manutenção da qualidade

A grande sacada, antes de mais nada, é comprar gelo confiável, de boa procedência e qualidade – e de quem tem sólida experiência no mercado catarinense. Estamos falando da Gelo Brasil.

Para a manutenção da qualidade e das propriedades do gelo Gelo Brasil é necessário o acondicionamento adequado.

Você sabe como fazer para evitar possíveis contaminações e levar uma vida mais saudável com elevado bem-estar?

 

A Gelo Brasil dá algumas dicas para você… se liga!

  • Manter o gelo dentro congeladores e freezers – e evitar que ele tenha contato com carnes e peixes – ou alimentos que possam contaminá-lo;
  • Em festas ou eventos, evite o manuseio direto do gelo. Mãos trazem consigo germes e bactérias, podendo ocasionar a contaminação do produto. Para isso, utilize pegadores próprios. Procure acondicioná-lo em recipientes térmicos específicos ou cubas de aço inox;
  • É indicado renovar – sempre – o volume de gelo reservado no recipiente ou cuba, a fim de não deixá-lo ocioso por muito tempo;
  • O descarte imediato do gelo que apresentar sabor ou odor suspeito – é fundamental.

 

A Gelo Brasil procurou, com esse conteúdo, mostrar para você que o gelo de boa procedência – e com qualidades testada e aprovada por amigos, clientes e parceiros desde o início de suas operações, em 1984, promove saúde, bem-estar e momentos de alegria e muita diversão.

Procure sempre pela Gelo Brasil e viva muito mais feliz! Entre já em contato conosco e saiba como levar os benefícios do nosso gelo para sua casa, festa ou evento.

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